Receber uma citação em uma execução fiscal pode causar preocupação, mas é fundamental manter a calma e agir com rapidez. Essa notificação indica que a Fazenda Pública – seja ela federal, estadual ou municipal – está cobrando judicialmente um débito tributário, como IPTU, ISS, ICMS, Imposto de Renda, contribuições previdenciárias, entre outros.

A boa notícia é que há formas de se defender, evitar prejuízos e até mesmo resolver a dívida com benefícios legais.

1. Não ignore a notificação

O maior erro de quem recebe uma execução fiscal é deixar de agir. Após o recebimento da citação judicial, o contribuinte tem 5 dias para pagar a dívida ou nomear bens à penhora. Ignorar esse prazo pode resultar em bloqueios de contas bancárias, penhora de veículos, imóveis ou faturamento da empresa.

2. Analise a legalidade da cobrança

Nem toda execução fiscal é legítima. É comum encontrarmos cobranças de tributos prescritos, indevidos ou com erros formais no processo. Um advogado tributarista poderá verificar:

3. Evite penhoras ilegais ou abusivas

A lei determina uma ordem legal de penhora, mas muitas vezes a Fazenda Público ou o Poder Judiciário invertem essa ordem, promovendo bloqueios bancários antes mesmo de citar o devedor – o que é ilegal.

Além disso, valores de natureza salarial, instrumentos de trabalho, saldos inferiores a 40 salários mínimos e outros bens impenhoráveis não podem ser bloqueados/penhorados.

Um advogado especialista poderá identificar o melhor meio de defesa a ser apresentado, além de pedir o cancelamento de eventual penhora realizada de forma ilegal.

4. Conte com um advogado especializado

A execução fiscal é um processo técnico, com regras específicas que exigem conhecimento profundo do direito tributário e processual. Um advogado tributarista:

Agir com orientação jurídica é o melhor caminho para evitar prejuízos financeiros e proteger seu patrimônio.

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